Caderno 2

Por, Bairros de Maceió - 11/09/2026

Escritor Matheus Cavalcanti e Escritora Penedense Maria Núbia são homenageados no 1º Festival Literário de Arapiraca

Na primeira edição do festival literário de Arapiraca, realizado no planetário, o escritor, poeta e produtor literário, cultural Matheus Cavalcanti é homenageado pela membro da Academia Penedense de Letras Maria Núbia de Oliveira com a pelerine Contando os Literatos e Notáveis de Alagoas, reconhecendo a importante contribuição do dedicado escritor no resgate da memória, valor do patrimônio histórico e da identidade cultural alagoana.

Durante a realização do evento promovido pela união brasileira de escritores UBE e Academia Arapiraquense de Letras e Artes, se realizou o lançamento da 1 Antologia em homenagem aos 162 anos da história de São Miguel dos Campos, organizada pelas professoras, escritoras e acadêmicas Sonia Falcão e Betania Rocha. O escritor Matheus Cavalcanti participa como coautor, evocando o legado do ilustre alagoano miguelense, ator, cineasta Modesto de Souza. A escritora Maria Núbia de Oliveira recebeu a honraria no final da manhã.

No horário da tarde do dia 30/08, o escritor Matheus Cavalcanti recebe o titulo honorifico Embaixadores da Literatura Alagoana, concedido pela União Brasileira de Escritores UBE e Academia Arapiraquense de Letras e Artes ACALA, em reconhecimento pela sua atuação no fomento da literatura e na difusão da importância do papel do escritor alagoano.

O título honorífico Embaixador(a) da Literatura Alagoana reconhece personalidades que se destacam pela contribuição à literatura, à cultura e à valorização dos escritores de Alagoas.

É uma homenagem que celebra aqueles que ajudam a levar a nossa produção literária para além das fronteiras do estado.

Mais que um título, é um símbolo de reconhecimento, representatividade e compromisso com a cultura alagoana.

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Curiosidade

Treze vezes vencedor do prêmio Notáveis da Cultura Alagoana - Prêmio ESPIA.

"Uma cidade que não tem memória é uma cidade sem alma. E a alma das cidades é sua própria razão de ser. É sua poesia, é seu encanto, é seu acervo. Quem nasce, quem mora, quem adota uma cidade para viver, precisa de história, das referências, dos recantos da cidade, para manter sua própria identidade, para afirmar sua individualidade, para fixar sua municipalidade." Extraído do livro Maceió 180 anos de história 5 de dezembro de 1995.

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