Caderno 2

Por, Bairros de Maceió - 02/02/2009

Maceió Viva Cultura leva quatro mil pessoas ao Posto 7

A Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC) comemora o sucesso do projeto Maceió Viva Cultura, que teve sua primeira edição realizada no último domingo (1º). E quinzenalmente, será sempre assim: frequentadores da orla, de todas as faixas etárias, vão assistir a apresentações culturais e musicais, com destaque para a valorização da cultura da terra, no novo palco construído pela Prefeitura no Posto 7, em Jatiúca.

Nesta primeira edição do projeto, o coco-de-roda Xique-Xique, o trio de choro de Bruno Palagani, Miclas e Wilbert Fialho e o grupo Chamaluz se apresentaram para uma plateia de quatro mil pessoas, entre turistas e maceioenses. O presidente da FMAC, Eduardo Bonfim, também prestigiou o evento e ressaltou a satisfação da fundação com o sucesso do Maceió Viva Cultura.

Segundo Bonfim, o projeto visa congregar, em apresentações dominicais, diferentes vertentes da música alagoana. E aproveitando o grande fluxo de turistas e da população na orla, por conta do verão, a expectativa da Fundação Municipal de Ação Cultural é que a presença do público cresça gradualmente. Ao todo, serão seis apresentações que decorrerão nos três meses seguintes ao início do projeto.

A próxima edição do projeto acontecerá no dia 15 de fevereiro, a partir das 17h, e terá shows de música instrumental, música contemporânea e de folguedos alagoanos, cujos nomes serão divulgados em breve. A idéia é abrir espaço para atrações consistentes da música de Maceió, englobando diferentes vertentes que traçam um panorama tridimensional e bastante elucidativo da música feita hoje na cidade.

Esta ação marca, de forma positiva, a filosofia de trabalho da FMAC. O projeto pretende dar início a grandes ações e ganhos nos mais diversos setores da cultura da cidade de Maceió.

Fonte: SECOM Maceió

 

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Curiosidade

Treze vezes vencedor do prêmio Notáveis da Cultura Alagoana - Prêmio ESPIA.

"Uma cidade que não tem memória é uma cidade sem alma. E a alma das cidades é sua própria razão de ser. É sua poesia, é seu encanto, é seu acervo. Quem nasce, quem mora, quem adota uma cidade para viver, precisa de história, das referências, dos recantos da cidade, para manter sua própria identidade, para afirmar sua individualidade, para fixar sua municipalidade." Extraído do livro Maceió 180 anos de história 5 de dezembro de 1995.

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