Maceió em Verso & Prosa

Felix Lima Junior

Escritor e historiador

Filho de Félix Alves Bezerra e de Francisca Wanderley de Lima, Félix Lima Júnior nasceu no dia 06 de março de 1901, na Rua do Comércio, Centro de Maceió.

Na juventude, ao ingressar no Lyceu Alagoano, Félix Lima Júnior logo começou a publicar crônicas no jornal da instituição escolar.

Depois de perder o pai, um bem-sucedido relojoeiro vitimado pela gripe espanhola, Félix, então com 17 anos, se viu sozinho ao lado da mãe e de mais seis irmãos. “Ele só herdou as dívidas do meu avô”, relata Cláudio Oiticica Lima, 72, o primeiro dos quatro filhos do cronista.

No início dos anos 20, juntamente com alguns amigos literatos, fundou a Academia dos Dez Unidos e posteriormente o Grêmio Literário Guimarães Passos.

Foi um homem participativo da vida literária da cidade. Colaborou com jornais e revistas de Maceió e de outras cidades, como Recife e Rio de Janeiro.

 

Obras:
Maceió de Outrora, Vol I e II
Uma Tragédia Alagoana,
História dos Teatros em Maceió,
João Barafunda,
o Mauá do Sertão Alagoano,
As Emboladas do Chico Barbeiro,
Igrejas e Capelas de Maceió,
Periquitos,
Dois Maestros Alagoanos.
Memorias de minha Rua


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Curiosidade

Treze vezes vencedor do prêmio Notáveis da Cultura Alagoana - Prêmio ESPIA.

"Uma cidade que não tem memória é uma cidade sem alma. E a alma das cidades é sua própria razão de ser. É sua poesia, é seu encanto, é seu acervo. Quem nasce, quem mora, quem adota uma cidade para viver, precisa de história, das referências, dos recantos da cidade, para manter sua própria identidade, para afirmar sua individualidade, para fixar sua municipalidade." Extraído do livro Maceió 180 anos de história 5 de dezembro de 1995.

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