Cidade Universitária

Informações

Área: 20,38 Km²

População fonte IBGE: 71.441 hab. Censo 2010

Quantidade de logradouros: 157

Região Administrativa: 7

Crédito fotos: José Ademir

Mapa do bairro para download: Clique aqui

História

Hospital Universítario, a origem do bairro

As primeiras discussões em torno da criação de um Hospital Universitário (HU) em Alagoas surgiram em 1950, quando entrou em funcionamento na capital a Faculdade de Medicina. A idéia era criar um espaço que servisse de campo de aplicações práticas para o ensino e a pesquisa na área médica. Na época, os alunos do curso de medicina contavam com a colaboração da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, que fazia o papel de hospital-escola. 
    Na década de 60, a Faculdade de Medicina passou a ser uma das unidades integrantes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), criada no dia 25 de janeiro de 1961 pela Lei de nº 3.867. Este fato incentivou a Academia a elaborar um projeto ousado para construção de uma Cidade Universitária que aglomerasse todas as unidades de ensino pertencentes a Ufal. O projeto começou a virar realidade em 1967, quando teve início a construção do Campus Aristóteles Calazans Simões (A.C.Simões), às margens da BR 101, na faixa limítrofe do município de Maceió.

     A construção do prédio do Hospital Universitário foi simultânea às obras do Campus. Em março de 1968 foi concluída a primeira etapa do então chamado “Hospital das Clínicas” e dois anos após, exatamente em março de 1970, a estrutura do HU já contava com três etapas prontas e uma quarta contratada e iniciada. Segundo registros documentais da Ufal, o hospital era “obra prioritária, não só para a Cidade Universitária, mas para o Estado”. A importância do hospital-escola para o ensino médico e para assistência às classes menos favorecidas do Estado, ficou evidenciada em todos os discursos proferidos pelo reitor da época Aristóteles Calazans Simões, autoridades do governo e integrantes da Academia na época.
     Finalmente, em 1973 foi dado início às atividades docentes e assistenciais no Hospital Universitário em sede própria - ainda em construção - no Campus A.C. Simões. No ano anterior, precisamente em 13 de novembro de 1972, a Ufal assinou um convênio de extrema importância para a história do HU, com o governo do Estado e o The People to People Health Fundations Inc. O convênio visava dinamizar os cursos e serviços médico-odontológicos da Universidade, através do Projeto HOPE, da universidade de Harvard dos Estados Unidos.
     A vinda do Navio-Hospital HOPE para Maceió foi um divisor de águas do ensino médico e assistencial no Estado. O navio atracou no cais de Maceió em janeiro de 1973, trazendo a bordo o presidente do Projeto, dr. Williams B. Walsh e uma equipe multiprofissional de cientistas, médicos e enfermeiros, além de tecnologia de ponta. O objetivo era desenvolver com os alagoanos, sob a coordenação do médico Úlpio Paulo de Miranda, programas de treinamento, pesquisas e atendimentos de casos clínicos de interesse científico. A parceria com o HOPE, que permaneceu um ano em Maceió, contribuiu significantemente para a capacitação dos profissionais da área que trabalhavam no Hospital Universitário.                                   
     Em 1974, começam no HU as atividades de internamento com 56 leitos, instalados nos blocos destinados ao ambulatório, que sofreram adaptações para atender a esta finalidade. Em 1975 o Hospital Universitário integrou-se na política e diretrizes nacionais estabelecidas para os hospitais de ensino, realizando simultaneamente serviços assistenciais na área de saúde e servindo de suporte básico para a formação de profissionais desse setor. Neste ano o HU contabilizou 404 internamentos, 508 cirurgias e 16.788 consultas em suas instalações, ainda em construção.
     Somente em 1977 o prédio do HU passou por adaptações para que fosse inaugurada a unidade de clínica obstétrica com 20 leitos. Também foram reajustadas as quantidades de leitos para a clínica médica e cirúrgica, expandindo de 56 para 100. Segundo os relatórios da Ufal, a construção do HU havia consumidor até 1977, recursos da ordem de CR$ 37,7 milhões ( trinta e sete milhões de cruzeiros).
     Finalmente em 1978 foi concluída a construção de toda parte térrea do Hospital Universitário. Neste ano o HU contava com pessoal de nível superior (docente), pessoal técnico e de apoio. Apresentava uma proporção de 1,9 funcionários por leito e foram ofertados 1.662 internamentos.
     Um fato marcante na vida do HU foi a aprovação, em 1979, do quadro próprio de pessoal, possibilitando a partir de 1980, manter profissionais paramédico, técnico e administrativo num patamar mínimo necessário para atender à demanda. Ainda neste período, a Direção do Hospital Universitário, que tinha à frente o dr. Manuel Calheiros da Silva, apresentou ao PREMESU/MEC uma proposta de conclusão e implantação definitiva do HU, solicitando recursos para terminar as obras físicas e respectivas instalações, equipamentos e custeio.
Essa proposta garantia o funcionamento de 150 leitos, a partir de agosto de 1979. Em 80, eram ofertados à população 105 leitos, foram realizadas 1.598 internações e 29.777 consultas no ambulatório.

                                                                                    Expansão e reconhecimento

     A década de 90 foi marcada por uma expansão do HU, tanto na estrutura física com a inauguração da lâmina vertical e da área administrativa, como no desenvolvimento do gerenciamento decorrente do grau de complexidade administrativa alcançado. A partir de 1991, com a assinatura do convênio com a Fundação Universitária de Desenvolvimento de Pesquisa e Extensão (FUNDEPES), o HU passou a ter uma gestão financeira mais autônoma, assumindo com recursos oriundos do convênio com o SUS, os gastos com custeios de materiais de consumo e uma parte das despesas de capital, como a aquisição de alguns equipamentos. As despesas com folha de pessoal, energia, vigilância e limpeza continuaram vinculadas ao orçamento da UFAL.

   Em 1994, destaca-se o lançamento da Revista Científica do HU, onde estão registrados e avaliados os trabalhos de pesquisas e extensão, além das novas técnicas na área da medicina. Com a lâmina vertical, os setores passaram a ter ala exclusiva e melhor estrutura para o desenvolvimento das atividades assistenciais e acadêmicas, como salas de aula, sala para chefias médicas e enfermagem. São criadas na Clínica Cirúrgica, enfermarias exclusivas para a Ginecologia e o setor de Coloproctologia, com formação do grupo de apoio aos pacientes customizados. Na pediatria são criados os berçários normal e patológico.

            A partir de 1996 são realizadas reformas nos serviços de apoio ao diagnóstico. O tratamento é ampliando, adquirindo qualidade como, por exemplo, a reestruturação do setor de ultra-sonografia e do banco de sangue que passam a contar com uma nova estrutura física. O laboratório de patologia clínica é premiado com o título de qualidade.
O HU passou a contar, também, com projetos como do REFORSUS e do Ministério da Educação e Cultura, já aprovados, aguardando os recursos para reestruturar fisicamente o ambulatório, equipar as clínicas, a lavanderia, ultra-sonografia, entre outros setores, adquirindo uma gama-câmara, uma ambulância equipada para atendimentos de urgência, ultra-sons, além de outros equipamentos essenciais.

            Neste período o Hospital Universitário exerce uma grande influência no campo da saúde no município de Maceió, ofertando serviços de apoio ao diagnóstico, de internação e ambulatorial, contando com centro cirúrgico, centro obstétrico, UTI, Central de Quimioterapia, Central de Esterilização e um Hospital - Dia para doenças infecciosas. Esse último, com 06 leitos, salas para atendimento ambulatorial de psicologia, enfermagem e clínico na área de doenças infecciosas. Ainda neste período, reestrutura-se o pátio do estacionamento com um novo lay-out que oferece à ambulância espaço para acesso ao hall de entrada exclusivo, dando maior segurança e rapidez.

            Há também uma preocupação maior com a estrutura organizacional. A marcação de exames foi informatizada, bem como, o patrimônio e o almoxarifado. No mesmo sentido há projetos em andamentos para o setor de compras, licitação, farmácia. São também adquiridos computadores para manutenção, coordenadoria de materiais, e o serviço de nutrição e dietética. Em setembro de 1999 em homenagem ao professor e dr Carlos Alberto Fernando Antunes, acrescentou o nome dele ao hospital. A proposta foi aprovada em 2000, pelo conselho de diretores durante a primeira gestão do médico João Macário Omena no HU. O hospital passou, então a se chamar Hospital Universitário Professor Alberto Antunes.
 
UFAL - Universidade Federal de Alagoas
 
A Universidade Federal de Alagoas maior instituição pública de ensino superior do Estado foi criada em 25 de janeiro de 1961, por ato do então presidente Juscelino Kubitscheck, visando atender as reivindicações do movimento estudantil, de parlamentares, de professores e de toda comunidade alagoana. Naquele momento era imperativo que todos se reunissem em torno da grande causa, uma vez que uma Universidade Federal em Alagoas, representaria a possibilidade da realização de pesquisas e a formação de profissionais voltados para a realidade local. Diziam os estudantes da década de 60: “o verdadeiro espírito universitário seria formado pela atenção aos problemas do Estado, buscando soluções específicas”.

Os dez primeiros anos da Universidade Federal de Alagoas foram conduzidos pelo Reitor professor Aristóteles Calazans Simões. Empossado em outubro de 1961, o primeiro Reitor da UFAL tinha como principal meta a criação de um Campus Universitário, pois das seis Faculdades que faziam parte da nova Universidade apenas duas funcionavam em instalações adequadas. As demais estavam alocadas em espaços que comprometiam seu bom funcionamento. A Escola de Engenharia estava instalada no antigo prédio da Escola Técnica, Odontologia mal acomodada num edifício que havia sido construído com propósitos residenciais. Filosofia junto ao Colégio Guido de Fontgalland e Ciências Econômicas, também sem sede própria. Faltava ainda um prédio aonde acomodar a Reitoria. Eram essas as razões que levaram o Reitor da UFAL a dedicar todo o seu reitorado ( que durou três mandatos) à criação de espaços físicos, de instalações adequadas, de construções e de reconstruções. Mais dois objetivos norteavam a prática do Reitor: a criação de uma assistência aos estudantes e a atividade cultural que compreendia além de conferências e seminários, programações artísticas que iam de projeções cinematográficas a programas folclóricos e excursões culturais.

O sonho ou a idéia fixa, como o próprio professor A.C. Simões costumava falar começa a se tornar realidade em 1966 com a construção dos primeiros prédios. E assim vai surgindo, paulatinamente, a Cidade Universitária... Em seu discurso de despedida, quando deixa a reitoria, afirma categórico: Alagoas tem hoje a sua pequena Brasília Universitária, absolutamente irreversível. Em reconhecimento ao seu esforço e tenacidade, o conselho universitário lhe outorga, em 1970, a honra de denominar a Cidade Universitária da UFAL de Campus A C. Simões.

Infraestrutura do Bairro

Cidade Universitária, possui diversos conjuntos habitaionais como o Eustáquio Gomes de Melo, Tabuleiro do Martins, Vilagge Campestre, Inocoop, Graciliano Ramos, Loteamentos Jardim da Saúde e Simol. 

No bairro esta situado o Sistema Prisional do Estado. O Baldomero Cavalcante, Rubens Quintella, Cyridião Durval, presídio feminino Santa Luzia, além do Centro Psiquiátrico Judiciário, gerenciado pela Secretaria Executiva de Ressocialização. 

Conjunto Graciliano Ramos

Colaboração: Willian da Silva Pontual Caetano

No ano de 1992, em Maceió na capital das Alagoas, a Caixa Econômica Federal construiu um conjunto habitacional denominado Graciliano Ramos, localizado na cidade universitária, tendo como moradores pessoas vindas dos mais variados bairros da capital Maceió, como também pessoas oriundas do interior do Estado e de outras capitais.
O conjunto Residencial Graciliano Ramos, quando surgiu há 13 anos trouxe consigo a valorização do escritor alagoano nascido em Quebrangulo e que também foi prefeito de Palmeira dos Índios ambas interior de Alagoas, considerado por grande parte da crítica o melhor romancista moderno.
Universal no pensamento, Graciliano registrou em suas obras: Caetés, Vidas Secas, Angústia, Infância, Memórias do Cárcere, São Bernardo e A Terra dos Meninos Pelados, a grandiosidade do homem em sua humilde origem, fazendo uma análise que leva a tensão presente nas relações homem x meio natural, homem x meio social, tensão essa geradora de um relacionamento violento, capaz de moldar personalidades e de transfigurar o que os homens têm de bom, arraigado ás suas tradições e costumes e valorizando a sua terra, fazendo dessas obras uma contínua reflexão da condição humana.
Quando a Caixa Econômica Federal escolheu esse nome, mobilizou um grande movimento em toda capital para se conhecer e descobrir esse escritor alagoano de Quebrangulo e que foi o prefeito mais honesto da história de Alagoas. Atuou também como Secretário de Educação do Estado e Diretor da Impressa Oficial e foi comerciante de tecidos. Esses componentes biográficos orgulham aos moradores dessa comunidade, pela sua importância enquanto homem, pensador e escritor.
Com a construção do conjunto residencial Graciliano Ramos, a empresa de ônibus Massayó vem disseminando o nome dessa efeméride alagoana, tendo ônibus que circulam em todos os bairros da grande Maceió, popularizando o nome do escritor em rotas que levam ao bairro, como por exemplo:

053 - Graciliano Ramos – Centro - Farol
707 - Graciliano Ramos – Ponta Verde
110 - Graciliano Ramos – Trapiche - Terminal Rodoviário

O nome passou a ser uma referencia visual mesmo para quem não conhece Graciliano Ramos. No entanto, já virou até apelido e quando se pergunta onde você mora? A resposta geralmente usada por seus é: “moro no graça”. Inconscientemente, os moradores já previam que teriam em suas casas, a convivência com o mestre “graça” e isso seria também uma oportunidade para o desenvolvimento social, cultural e econômico.
O conjunto habitacional está dividido em 30 quadras e 50 ruas que não têm nomes, mas são identificadas por números (ex: rua 22), não humanizando o que se pode dizer o nome da “minha rua”, coisa que agrada e satisfaz ao povo nordestino.

No conjunto residencial Graciliano Ramos, todas as casas têm uma estrutura básica de construção e metrificação, com área total 160m2 sendo 48m2 de área construída, com 2 quartos, 1 sala, 1 banheiro, 1 cozinha e 1 área. Em janeiro de 2003, o governo do estado inaugurou a escola estadual Geraldo Melo, com perpesctiva de atender a 2400 alunos do ensino fundamental e médio nos três turnos, localizada entre o terminal de ônibus e o galpão onde se desenvolvem as ações do Projeto Graciliano é uma Graça.

Os moradores do conjunto contam também com a escola municipal Hévia Valéria, localizada no bairro vizinho, Village Campestre, ao qual atende ao Ensino fundamental.

Em fevereiro de 2002, a Prefeitura Municipal de Maceió atendeu ao clamor do povo e construiu a primeira, e até então única praça do conjunto, e para manter o mérito alusivo ao patrono, a praça com 30m2 de área denomina-se Praça Escritor Graciliano Ramos, que teve esse nome a partir de um plebiscito comunitário realizado pela associação dos moradores para escolher o nome da praça que tem infra-estrutura de lazer e que funciona como local preferido dos jovens e espaço para apresentar as expressões artísticas da comunidade, onde jovens param para conversar e comer pipoca; lugar em que as crianças brincam em um parque com gangorras, balanços, e os aposentados gostam de jogar dominó; tem uma fonte luminosa no centro da praça, um coreto que homenageia ao morador (falecido) Sr. Messias, que implantou o clube bico do corvo, uma escolinha aberta, em praça pública, com o ensino de xadrez para crianças e adolescentes.

A associação de moradores com a mobilização comunitária conseguiu junto a Prefeitura Municipal de Maceió, construir uma entrada com jardins e semáforo no acesso ao mesmo, facilitando a visibilidade ao bairro de quem trafega na única Via Expressa da capital que liga o aeroporto aos hotéis do litoral e que esses ônibus turísticos, passam e param pelo semáforo em frente ao portal de acesso ao conjunto.
Ao entrar no conjunto Graciliano Ramos, a situação hoje, poderia não agradar ao gestor Público Graciliano Ramos, pois as ruas são de terra batida, há apenas um corredor de ônibus calçado com pedras paralelepípedos, na chamada avenida principal, dando inclusive um certo clima interiorano, meio Quebrangulo, um pouco Palmeira dos Índios que remete ao seu patrono.

Aqui tem quase tudo que uma cidade cenográfica tem: A Igreja Matriz São Vicente de Paulo, que tem o coral “Pequeninos Sonhadores da Paz” com crianças da comunidade, 1 posto policial militar, 4 mini-supermercados, 1 posto de gasolina, 3 pizzaria, 9 padarias, 6 farmácias, 13 vídeo games, 3 bares com música ao vivo, 18 barracas de quitutes, 20 salões de beleza, 2 bombonieres, 6 igrejas evangélicas de várias denominações, 1 centro espírita Kardecista, 1 terreiro de Candomblé, 14 escolas particulares de educação infantil, 3 escolas particulares de ensino fundamental e médio, 1 escola particular de informática com 6 computadores, 20 Lojinhas de produtos artesanais feitas pelos próprios moradores, 2 Serralharias, 3 marcenarias, 5 depósitos de construção, 6 Açougues de carnes e aves, 1 feirinha de frutas e verduras aos fins de semana com 59 ambulantes moradores do bairro e que atendem aos próprios moradores, devido à distância de 18Km do Mercado central (CEASA), 1 rádio comunitária, 4 papelarias.

Partindo do princípio que o conjunto habitacional recebe o nome do escritor alagoano Graciliano Ramos, nasceu em 12 de abril de 2002, o “Projeto Graciliano é uma Graça”, com o objetivo de ampliar a compreensão político social da obra de Graciliano Ramos e sua intervenção na melhora da compreensão da qualidade de vida da comunidade.

Link da Associação dos Moradores http://www.amgr.org.br/

Pesquisa: PROJETO GRACILIANO RAMOS É UMA GRAÇA - Dados Obtidos Em Junho De 2004

Shopping Pátio Maceió

 

Shopping Pátio Maceió está localizado no extremo norte da cidade, uma região que apresenta crescimento habitacional acima da média da capital. Inaugurado no dia 25 de novembro de 2009, seu público já ultrapassa os 600 mil consumidores ao mês. O maior centro de lazer da parte alta da cidade, conta com cerca de 160 lojas e contribui com a geração de centenas de empregos.
O espaço gastronômico dispõe de dois restaurantes e 18 opções de fast-food bem distribuídos em um espaço de 300 metros quadrados. O primeiro andar do Shopping Pátio Maceió conta com um moderno e aconchegante Centro Médico, que oferece várias especialidades da medicina, entre elas dermatologia, estética e odontologia. Já o mall abriga marcas de grande porte e de amplo prestígio junto ao público alagoano.
ESTRUTURA – São 11 lojas-âncoras de nomes reconhecidos nacionalmente, oito megalojas, parque de diversões, área de lazer e amplas salas de cinema, que levam a assinatura do Centerplex. A educação também está presente no melhor empreendimento da região do Tabuleiro do Martins. A Faculdade Pitágoras é uma das maiores instituições de ensino superior do país. A unidade tem capacidade para atender 5 mil alunos e oferece cursos presenciais de níveis superior e tecnológico.
Toda essa moderna e elegante concepção arquitetônica do Pátio Maceió, está construída em uma área de mais de 120 mil m². Em janeiro deste ano o Shopping Pátio Maceió deu início ao projeto de expansão. Com isso, o empreendimento ganhará mais 6 mil m² de área de lazer.

Horário de funcionamento:
Segunda a Sábado: 10:00h às 22:00h
Domingos: 14:00h às 20:00h (lojas)
12:00h às 20:00h (lojas âncoras, praça de alimentação e lazer)
Av. Menino Marcelo, 3800 – Cidade Universitária – Maceió – AL. CEP.: 57073-900
tel [82] 3311.4444 fax [82] 3311-4455

Estadio Nélson Peixoto Feijó - Nelsão

O Estádio Nélson Peixoto Feijó possui arquibancadas cobertas e descoberta, vestiários, cabines de imprensa (rádio, jornal e TV), tribuna de honra, campo de jogo (grama esmeralda), possuindo uma das melhores drenagens do país, vestiários para as equipes profissionais e amadoras e árbitros.
No Centro de Treinamento, já utilizado por grandes clubes brasileiros e pela seleção da Colômbia, é encontrado um campo oficial, outro para futebol society, caixa de areia, paredão, garagem para ônibus, sala de fisioterapia, departamento médico, direção de futebol, sala de musculação, lavanderia e rouparia e salas da administração.
O nome do estádio é uma homenagem dos dirigentes João e Gustavo Feijó ao seu pai. Sr. Nelson faleceu em 25/08/2015, em decorrência de complicações pulmonares.
História
Inaugurado em 22 de abril de 2001, o estádio pertence ao Corinthians Alagoano. Com a mudança de sede no clube para a cidade de Boca da Mata, no fim do ano de 2013 o local passou a ser o local de treinamento do CRB até 2016, quando ficou pronto o CT na Barra de São Miguel.
Em 2020, o CSA alugou o estádio para treinamento de suas equipes, pois o CT do clube encontra-se dentro da área de risco do Pinheiro, Mutange e Bebedouro, bairros classificados como zonas de risco a partir das fissuras provocadas pela extração de sal-gema.

 

Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares

Maceió entrou na rota dos grandes aeroportos do Nordeste. O Governo Federal e a Infraero construíram o novo Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, com 22 mil metros quadrados de área e capacidade para receber 1,2 milhão de passageiros por ano. A inauguração foi realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 16/09/05.Agora, o aeroporto oferece mais conforto aos usuários e passageiros. São 24 balcões de check-in, sete escadas rolantes, quase 600 vagas de estacionamento e quatro pontes de embarque – equipamentos que evitam o acesso a pé às aeronaves.Maceió também passa a contar com o aeroshopping – espaço para 62 estabelecimentos comerciais de compras, lazer e arte, que serão ocupados gradativamente. Pelo mirante panorâmico, os passageiros podem ter visão direta do pátio de aeronaves.O novo terminal de passageiros foi construído com a mais moderna tecnologia. É totalmente climatizado, com sistema informatizado que regula desde a intensidade da iluminação e do ar refrigerado, até a velocidade das escadas rolantes.E é o primeiro aeroporto do Brasil a contar com sistema de cogeração de energia, parceria da Infraero com a Petrobrás, que permite uma forma de energia ambientalmente limpa, com a utilização de gás natural.Tudo no novo aeroporto foi pensado em elementos do Estado, como, por exemplo, as torres do pátio de aeronaves, que lembram as jangadas da Praia de Pajuçara, e o teto, que tem a mesma cor do mar de Maceió. São quatro pontes de embarque ao todo, além de mais 15 posições remotas para estacionamento de aeronaves. A capacidade atual do aeroporto é de 2 milhões de passageiros por ano, mas pode chegar a 2,5 sem necessidade de reformas estruturais no prédio.

A ampliação da pista, que agora tem 2,6 mil metros, permite a ligação direta de Maceió a Londres, Roma ou Cairo, sem escalas ou conexões.

Fonte: Site da Infraero

CIDADE UNIVERSITÁRIA
                                  
Ergue-se, numa extensão territorial,
o Hospital Universitário,
em volta deste sonho,
cresceu um veemente bairro.
                                       
Bairro, cercado de infraestrutura:
Shopping, Aeroporto, Universidade
e o Conjunto Granciliano Ramos
uma referência visual.

Sem esquecer:
“O Projeto Graciliano é uma graça”,
 deixando vivo o “Velho Graça”.
                                            
Outros valores, são agregados:
Sr. Messias e o Clube Bico do Corvo
e a escolinha de xadrez na praça.

- Ari Lins Pedrosa julho - 2014

 

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Notícias do Bairro

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Curiosidade

Treze vezes vencedor do prêmio Notáveis da Cultura Alagoana - Prêmio ESPIA.

"Uma cidade que não tem memória é uma cidade sem alma. E a alma das cidades é sua própria razão de ser. É sua poesia, é seu encanto, é seu acervo. Quem nasce, quem mora, quem adota uma cidade para viver, precisa de história, das referências, dos recantos da cidade, para manter sua própria identidade, para afirmar sua individualidade, para fixar sua municipalidade." Extraído do livro Maceió 180 anos de história 5 de dezembro de 1995.

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